sábado, novembro 14, 2015

Uma gestão em estado terminal

Terminal de ônibus é interditado após acidente que vitimou idosa.
(Foto: Rafael Gusmão)
O terminal de ônibus da avenida Lauro de Freitas precisa ser modernizado com urgência. É inaceitável a cidade ter que lidar com acidentes por falta de estrutura do local. Vitória da Conquista merece uma melhor gestão na mobilidade urbana e o terminal de ônibus é mais um exemplo de como precisamos avançar nesse assunto.

As poucas mudanças que ali aconteceram foram provisórias e amadoras, ou seja, não resolveram o problema do funcionamento do terminal. Na semana passada mais uma pessoa foi atropelada dentro do terminal, sendo que no ano passado uma senhora veio a falecer por contra de outro atropelamento. A prefeitura já deveria ter um projeto para requalificar o espaço oferecendo melhores condições de tráfego tanto para os usuários quanto para os ônibus. 

Essa breve reflexão aponta para a necessidade que temos de uma renovação na gestão pública de Conquista. Assim como o terminal, muitos outros espaços precisam ser revitalizados, todavia, não podemos esperar muito de um governo que cansou ao longo de quase 20 anos no poder e que não apresenta mais condições de continuidade. Ou Conquista muda, ou teremos que suportar uma gestão em estado terminal.  

Ivan Cordeiro é presidente do Movimento Amigos de Conquista.
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Pimentel promovendo a ditadura na gestão ambiental?

Movimento afirma que governador Fernando Pimentel tenta implantar uma ditadura na gestão ambiental de Minas Gerais 


Mudanças que a administração do PT de Minas Gerais está pretendendo fazer no Sistema Estadual do Meio Ambiente (SISEMA) são alvo de duras críticas de ambientalistas mineiros. Eles acreditam que o projeto de lei 2.946/2015, que foi enviado pelo governador petista Fernando Pimentel à Assembleia Legislativa no último dia 6, em regime de urgência, pode acelerar o processo de degradação ambiental do estado.

Além do impacto ambiental que as novas regras previstas no Projeto de Lei podem gerar em Minas, outro aspecto que vem merecendo repúdio dos ambientalistas é a centralização que o governo do PT está pretendendo implementar nas ações e nos processos de decisão da área, deixando em segundo plano órgãos como o Conselho de Política Ambiental (Copom).

Pela proposta, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente passaria a ter a prerrogativa de assumir o encaminhamento sobre licenciamento ambiental, inclusive estabelecendo prazos para projetos considerados prioritários para o governo.