quarta-feira, junho 15, 2016

Temos o direito de nos defender?

Os brasileiros não sabem o que é melhor para eles e é preciso que Brasília ensine o caminho da civilidade. Como somos brutamontes, não podemos ter o direito inalienável de autodefesa. É o Estado-babá se intrometendo em todas as esferas da vida.

É bom relembrar o economista Thomas Sowell: "Parece que estamos cada vez mais perto de uma situação na qual ninguém mais é responsável pelo que faz, mas todos somos responsáveis pelo que os outros fazem".

Essa visão ideológica contrária ao porte de armas transformou o Brasil em um dos países mais violentos do mundo, com cerca de 60 mil pessoas assassinadas por ano. O país também abriga 11 das 30 cidades mais violentas do planeta, segundo relatório da ONU. A possibilidade de autodefesa inibe a violência.

O Estado não deve proibir ninguém de fazer algo, a não ser que isso limite a liberdade de outra pessoa. O porte de arma não limita a liberdade de ninguém.

Costumes, tradições, valores morais e regras de etiqueta -e não leis e regulações estatais- são o que fazem uma sociedade ser civilizada. Restrições sobre o comércio de armas não deixarão o país mais civilizado.

ANTONIO CABRERA, 55, é empresário rural. Foi ministro da Agricultura e Reforma Agrária de 1990 a 1992 (governo Collor)

Acesse o texto completo aqui: http://migre.me/u6UIc
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